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sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Went shopping...



25 Perdomo Fresco Robustos;

5 Luís Martinez Hamilton Robustos;

Isqueiro Palio

Prenda de Anos atrasada de mim para moi. Segunda-Feira tenho de levar alguns para o Escritório porque o humidor de casa ficou atulhado até cima... isto já com 7 separados para o "Evento Moreira 2009", a realizar amanhã, nos Foros da Amora.

Sempre fui ensinado - bem ou mal, não sei - que as fitas dos charutos eram pura ostentação, mas não resisto a deixar uma imagem da fita dos "Fresco", simplesmente linda.

Na próxima semana tenho de conseguir ter tempo para deixar aqui uns relatos de prazeres de garfo, incluindo um confronto entre dois eternos vizinhos de Setúbal.

Entretanto, vou de fim-de-semana com a máxima de sempre: vamos ver se é desta que acendo aquele maldito cachimbo!

terça-feira, 9 de junho de 2009

Perdomo: Maduro; Fresco; "Square"

Fim de Semana com direito a 3 noites em salão amplo, com poucas cortinas e sem carpetes significava a oportunidade necessária para experimentar as novidades da CigarWorld.
Assim, fiz-me acompanhar de 3 exemplares da Tabacalera Perdomo, não nego que graças ao esforço do vendedor da CigarWorld do El Corte Inglés.

Sábado começo com o Perdomo Maduro, em formato robusto. De cor escura, havia sido recomendado pelos seus "tons de chocolate, café e amêndoa", sendo, de igual modo, "um charuto de intensidade média que qualquer fã de charuto suave apreciará".

Na realidade, foi uma autêntica desilusão: um charuto de gosto intenso, mas fumo meio tímido. Da amêndoa, poderemos apenas dizer ter sido torrada em excesso, visto que o travo é francamente agressivo...pelo menos na comparação com os "zamoranos" a que me habituei nos últimos tempos. Apesar de produzir uma boa queima, lenta e consistente, rapidamente o charuto amoleceu, o que é estranho e desagradável, especialmente quando consideramos que a cinta ainda não estava no ponto de descolar.

Domingo, decido ir ao âmago da questão: Eu queria uma alternativa aos "zamoranos", logo interessava experimentar o "Fresco", reputadamente o mais suave da gama. Assim o fiz. A escolha, mais uma vez, assentou num robusto.

Boa queima inicial e rapidamente temos uma frescura nada habitual num charuto. O sabor é fresco, quase "verde", evocando um tabaco suave e cujo prazer em fumar será certo. O fumo, muito claro e espesso, invade a sala, deixando um aroma - nunca pensei dizer isto de um charuto - perfumado. Nada de cinzeiro de 15 dias, como habitual. Uma aposta ganha. Temos direito a par no meu (modesto) humidor. "Villa Zamorano has met it's match".

Chegada a noite de Segunda-Feira, e depois de um dia de total ausência de produtividade, esperava-me o que a CigarWorld tanto apregoara: O Perdomo 2 (leia-se "square") Limited Edition.
Este charuto foi comprado na base da curiosidade: 1º é extremamente comprido - sou fã de Robustos por serem a dose exacta de tabaco a que me permito - 2º tem um formato que poderá dar cartas no social, mas será mesmo? É público que abundam as configurações de charutos...mas um charuto paralelipipédico! Curiosidade..."has killed the cat".

...e o gato fui eu! Aceso com muito cuidado e apresentando uma brasa uniforme e...rectangular, ao fim de 2 minutos tinhamos o caldo entornado. Não me refiro ao sabor queimado, nem ao fumo frouxo, mas sim ao modo como a queima "avariou" e tivemos a nossa primeira "cunha". Foi tão irritante (e tão mal saboroso) que nem chegou a metade do seu corpo...desisti de sequer tentar apreciar algo que, para mim, não é apreciável. Fiquei na dúvida se o sabor se deveria ao tabaco ou mesmo à queima...mas quererei mesmo experimentar?

E assim, se gastaram 17 euros para descobrir 2,80 de valor (ok, comprei um furador novo, mas foi pocket version: custou 3,90)...

Curiosidade sobre a Tabacalera Perdomo e a sua oferta? http://perdomocigars.com/index.html


E é assim que começa este meu novo espacito, mais uma desculpa para partilhar com quem quiser alguns prazeres (materiais, ou não) que a vida nos possibilita. Não duvidemos que isto estará sujeito a fases - charutos...depois virão os cachimbos, quando conseguir voltar a usar o meu Montana - até ao momento da total miscigenação e, vá, salganhada?...logo se vê.